29 abril, 2009

Guerreiras do templo.


...

Havia mar. Havia cardos. Havia areia a entrar-me insuportavelmente entre os dedos.

Havia o teu silêncio. Havia o meu silêncio Azul. Havia o rugir tempestivo do mar. Havia meia dúzia de gaivotas espavoridas.

E havía nós anónimos azuis, desconhecido diários, sonhadores tempestivos, guerreiros de bancada, assistindo babados ao passar dos dias e da luta voraz entre o teu mar e o meu vento norte.

Morremos antes que houvesse vencedores e vencidos.

As melhores lutas nunca terminaram antes de nós!

Seremos internamente invencíveis.


AlmaAzul

( em "Guereiras do templo")


4 comentários:

Star disse...

E as lutas alguma vez terminam?
bjcs

Papagaio Mudo disse...

"Seremos internamente invencíveis."

muito bom isso.
lembra que escrevi

"morremos eternamente jovens"

desculpa, mas eu não falo esloveno.
abs,

Gustavo

S-Kelly disse...

Assim sim, perfeito!
;)

AlmaAzul disse...

Star, eu julgo que terminam são é ciclicas :)

papagaio mudo, sim há aí algumas ideias comuns aos dois pensamentos: o tempo, o retorno...

S-Kelly, gracias :P
Aprendi algo sabes?