25 julho, 2005

Faro, porto Azul

Estou de regresso a ti
Cidade do meu fado.
Meu porto, meu cais,
Meu sossego, meu tormento!
Meu colo…regaço quente,
Meu barco de cruzadas!

Tenho o teu branco na pele!
Os trilhos das tuas veias
São os mesmos das minhas ruas!
O azul de que te pintas
É a minha alma.

Por ti chego
Assim regresso
Faro
Do meu sentir.
Fado...

Mas estou de passagem
Não te pertenço!
Sou do vento norte!
Sou raiana,
E galega,
E cantábrica...


Só meu coração
É filho do mar do sul!
Ele sim é teu,
meu porto Azul.

AlmaAzul
Faro, 18/ 07/ 05



7 comentários:

AS disse...

O vento norte é indomável, trás consigo a rebeldia dos montes, o cheiro do jasmim, a pronúncia inconfunivel, a força dos mares revoltos!... e trás a magia das palavras num belissimo poema!...

Um beijo nortenho e azul

sotavento disse...

Ah, outra vez por aqui!... :)

Márcia disse...

ah, que beleza!
beijos: muitos e azuis. daqui.

whitesatin disse...

Deixaste-me com saudades do meu mar do Sul (também) :)

celtic disse...

gosto muito,muito da banda sonora. o original é um tradicional celta, mas presumo que saibas isso. é lindo de morrer!! :)

AlmaAzul disse...

frog, :). Beijo azul_nortenho.
sotavento, não isto ainda são as cinzas da última passagem...;)***azuis
marcia ***azuis:)Obrigada.
whitesatin, ás vezes é bom senti-las..:)
celtic,sei e fico contente por haver quem saiba tb ;)

sotavento disse...

Ah!...