01 agosto, 2005

Matéria

Foto de Christian Coigny - Atelier

Escorrem-me as palavras pelos dedos, descoordenadamente, como o sangue que me corre nas veias.
Penso em ti...
Não sei como criar o teu holograma. Os meus neurónios são um conjunto de redes de pesca emaranhadas e cheias de rasgos. Em tempos ser-me-ia fácil criar um, mas ando destreinada por opção própria!
Assim, pesa-me a tua ausência, como se o próprio ar fosse compacto sobre o meu corpo. E eu não sei se do peso, dos neurónios ou da vontade nem em movo.
Resumo-me à massa que me constitui e ao atrito dos elementos sobre ela.
O resto é obra do Deus Ilusionista.

(AlmaAzul)

3 comentários:

indigo des urtigues disse...

"...Penso em ti"...Como sempre, lindo o que escreves...:)

Que esse peso desapareça nas asas do tempo ;)

Sem preceitos disse...

Por vezes fico aki a admirar o k escreves,eu simplesmnt fico sem palavras,tu dizes td e o k nao dizes fazes sentir;)...sou uma big fã tua...lol...sério sou msmo ;)
fica bem
***

AlmaAzul disse...

o tempo...sempre esse tempo no meu caminho...por isso digo que tenho a mania do tempo...
Obrigada indigo.***azuis
Um sorriso Sotavento, apesar do comentário ter desaparecido eu li :P. Eu deixo-o passar...assim...daqui.***azuis

Sem Preceitos, obrigada. è bom poder-te "ler" também aqui entre nós... ***azuis